sexta-feira, 20 de abril de 2018

E-EDUCAÇÃO B-BÍBLICA D-DINÂMICA

“EBD” também pode significar Educação Bíblica Dinâmica. E-Educação pelo objetivo da formação integral do ser. B-Bíblica pela centralidade da Palavra de Deus como fonte da Verdade. D-Dinâmica pela flexibilidade na metodologia, pela valorização da educação básica e pela ênfase na ação evangelizadora. Pensada desta forma, a Escola Bíblica Dominical terá o seu valor histórico resgatado e mostrará sua relevância na atualidade.

A Escola Bíblica Dominical nasceu na Inglaterra na segunda metade do Século XVIII como alternativa para educar crianças e adolescentes em situação de risco social, ameaçados por uma conjuntura de desemprego e violência em plena Revolução Industrial. Surgiu com a visão bíblica da responsabilidade social da igreja num contexto de exclusão. Desde seu nascedouro priorizou a atenção à infância. Hoje, a EBD deve continuar valorizando as crianças. Providenciando espaço físico e material didático, capacitando professores com vocação específica, envolvendo os pais no departamento e integrando o trabalho com crianças à vida da igreja.

Outra característica da EBD que possibilita uma Educação Bíblica Dinâmica é a ênfase na ação evangelizadora. As Escolas Dominicais estão na gênese dos Estados Unidos da América onde sempre tiveram importância fundamental na vida da Igreja. Devido ao grande número de cristãos nominais vinculados à igreja através das famílias, exerceu uma tarefa evangelística indispensável. Embora já tivesse perdido seu enfoque social, nos EUA a EBD adquiriu uma dinâmica integradora de novos crentes.

No Brasil, a chegada da EBD está associada à presença dos primeiros missionários protestantes no tempo em que prevalecia a catequese católica. Ao passo que as igrejas evangélicas se multiplicavam as Escolas Bíblicas alcançavam um número cada vez maios de brasileiros. Para que continue desenvolvendo seu caráter missionário nossa Escola Bíblica deve ser um “celeiro de dons”, espaço para descoberta e despertamento de dons e ministérios. Os alunos serão cristãos motivados e capacitados para alcançarem e servirem às pessoas com o poder do Evangelho.

Quando pensamos em dinamicidade para a EBD estamos olhando na direção de resgatar o seu valor histórico. Como Lécio Dornas propõe em seu livro “Nova EBD é a EBD de sempre”, livro publicado pela JUERP. Ele apresenta a proposta de um silogismo ou diálogo entre a EBD tradicional e os novos métodos que podem ser adotados pela igreja e aplicados ao seu crescimento. Um exemplo disso pode ser a integração entre a EBD e os pequenos grupos.

O foco dessa mudança deve ser uma educação que transcenda a mera transmissão de informações. Para Stélio Lourenço Rega, coordenador do PDER – Plano Diretor de Educação Religiosa da Convenção Batista Brasileira, “Educar não é somente informar, mas também formar e transformar”. Para que esse objetivo seja alcançado, os professores deverão ter flexibilidade no uso de métodos e técnicas que facilitem o aprendizado. O ensino deverá ser planejado levando em conta a participação direta e indireta dos alunos. Por fim, a avaliação do processo deverá ir além de conteúdos assimilados alcançando também as habilidades e atitudes próprias de um cristão.

A Educação Bíblica Dinâmica aplicada à EBD tem como ponto de partida o potencial desta Escola que tem a Bíblia como livro texto, espaço para incluir toda a família, matrículas abertas durante todo o ano e ensino gratuito. Contudo, este potencial pode ser limitado pelo saudosismo de quem queira reproduzir uma EBD anacrônica. Precisamos reconhecer que a EBD foi construída historicamente ao longo de séculos e em continentes diferentes. Hoje a proposta de educação para a EBD deve ser marcada pela dinâmica: dinâmica geracional, alcançando todas as gerações, dinâmica metodológica, com flexibilidade de métodos e recursos, e dinâmica evangelizadora, alcançando não apenas que conhece e aprendeu a amar a EBD mas também aqueles que a descobrirem em pleno Século XXI.

OBEDIÊNCIA AOS PAIS, PROVA DE AMOR DOS FILHOS

O relacionamento entre pais e filhos deve ser baseado no amor. Pais que amam seus filhos criam-nos dentro de limites saudáveis. Filhos que amam seus pais são obedientes a eles. A obediência aos pais é uma prova de amor dos filhos. Para que os corações de pais e filhos permaneçam unidos, obediência e amor devem caminhar juntos. O amor dos filhos nasce do temor reverente aos pais por exercerem a função sagrada de co-criadores. A disciplina dos pais está baseada no ato de amor de quem investe tudo naqueles que reconhecem como filhos. O sábio do Livro de Provérbios aconselha: “porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem” (PROVÉRBIOS 3:12).

Em Israel, “os pais faziam parte da estrutura de autoridade estabelecida por Deus, tendo recebido de Deus a tarefa de gerar filhos e criá-los no caminho do Senhor e, portanto, assim como Deus, merecendo o respeito devido” (COMENTÁRIO BÍBLICO AFRICANO). Como representantes de Deus, os pais deveriam ser respeitados (LEVÍTICO 19:3). O desprezo aos pais era causa de maldição (DEUTERONÔMIO 27:16) e quem amaldiçoasse o pai ou a mãe era punido com a morte (ÊXODO 21:17). Filhos contumazes e rebeldes deveriam ser exterminados (DEUTERONÔMIO 21:18-21). O objetivo era proteger a família e gerar temor em toda a comunidade.

Deus estabeleceu na Lei um mandamento aos filhos: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá” (ÊXODO 20:12). Este é O “primeiro mandamento com promessa” (EFÉSIOS 6:2). Mas para que sejam alcançados pelos efeitos práticos da promessa embutida neste mandamento, desde a tenra idade os filhos precisam aprender com os pais o caminho da obediência. “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (PROVÉRBIOS 22:6). “Instrução” neste texto significa treinamento e “caminho” refere-se a estilo de vida. Os pais são responsáveis por moldar o modo de viver, criando os filhos “na disciplina e admoestação do Senhor” (EFÉSIOS 6:4). Quando estiverem “sobre si”, os filhos darão continuidade a esta caminhada assumindo as responsabilidades por suas escolhas.

O modelo supremo de obediência em amor nas Escrituras é o próprio Senhor Jesus Cristo. Ele ouviu do Pai: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (MATEUS 3:17). Na condição de servo foi obediente no cumprimento da sua missão: “e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (FILIPENSES 2:8). Ele ensinou que obediência é prova de amor: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” (JOÃO 14:21).

Confiando unicamente em Jesus e seguindo o seu exemplo, os filhos devem provar seu amor pela obediência. Primeiro, reconhecendo a autoridade outorgada por Deus aos pais. Segundo, valorizando sua experiência de vida. Terceiro, respeitando os limites necessários à harmonia do lar. Quarto, evitando que as amizades sejam mais influentes do que a família. Quinto, dedicando tempo de qualidade para aprofundar o relacionamento. Com esta postura, os filhos manterão seus corações abertos para amar e poderão caminhar mais próximos dos pais a quem devem obediência.

"EM CRISTO" - A FONTE DA IDENTIDADE CRISTÃ

Quem sou eu? Esta pergunta reflete a busca do homem por um significado para a própria existência. Longe de ser uma questão meramente abstrata, ela se impõe sobretudo diante do sofrimento. Cada pessoa se vê obrigada, em algum momento, a dar uma resposta consciente. Você está satisfeito consigo mesmo? Se pedissem para escrever agora a sua identidade em uma linha? Saber quem é, por que existe e qual o seu lugar no universo exigirá de você muito mais do que habilidade para escrever.

A confusão em torno da identidade tem aumentado ultimamente. A proposta da cultura atual é que o ser humano seja autossuficiente, centrado em si mesmo e autônomo. No entanto, mesmo mudando a aparência, a condição sexual ou a ideologia, permanece sem paz interior. A prova disso é o elevado número de suicídios, o uso abusivo de drogas e a violência crescente.

A reflexão sobre identidade deve começar pela questão da fonte. De onde recebemos a essência do nosso ser, qual a origem do nosso valor pessoal, do sentido para a vida, da razão de existir? Merval Rosa define identidade como o núcleo central do ser que é formado a partir dos relacionamentos significativos e se mantem preservado diante dos diversos papéis sociais. Identidade é a interpretação da própria singularidade diante do mundo. Saber que é único e afirmar-se diante das diferenças é ter uma identidade.

Mas este conceito pessoal é formado a partir da relação com o mundo. Como um ser social, relacional e aberto para o outro, o homem encontra sua própria identidade nos relacionamentos que desenvolve ao longo da vida. A começar pela família, como primeiro espaço de socialização, a pessoa humana segue sendo formada no convívio com outras pessoas. Contudo, nenhum desses relacionamentos, por mais influentes que sejam, podem servir de fonte para ninguém.

Deus se revelou nas Escrituras como a “Fonte das fontes”. Manifestou-se na história como um Deus pessoal em Jesus de Nazaré, seu Filho Eterno com quem partilha a essência do ser. No ensino de Jesus e dos apóstolos, aprendemos que a “união com Cristo” é a fonte da vida cristã. No relacionamento íntimo e contínuo com Cristo, o cristão encontra a essência da sua vida e pode afirmar sua identidade.

A expressão “Em Cristo”, que significa “em união de espírito com Cristo”, resume esta doutrina. Jesus, antecipando para os discípulos como seria a continuidade do relacionamento com eles após a separação física afirmou: “Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (JOÃO 15:5). Paulo, ensinando sobre a união espiritual do crente com o Senhor, lembra: “Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com Ele” (1 CORÍNTIOS 6:17). Esta união é possível pela habitação do Espírito de Cristo e sua obra na vida do crente. Esta é a certeza cantada por Paulo no hino que introduz sua carta aos Efésios: “tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para o louvor da Sua glória” (EFÉSIOS 1:13,14).

A identidade de uma pessoa é definida pelo fato de estar "fora de Cristo" ou "em Cristo". Independente da condição econômica, da cor da pele, do nível educacional, do prestígio. Independente de recursos ou esforços, religiosos ou não. Independente das circunstâncias ou ameaças enfrentadas. Todo cristão tem a mesma identidade em Cristo. O cristão sabe quem é. Com relação a Deus, filho amado. Com relação ao próximo, membro do corpo de Cristo. Com relação a si mesmo, um pecador salvo pela graça.

Devemos afirmar esta identidade todos os dias através da prática devocional, conhecendo mais dessa união com Cristo pelo estudo da Bíblia e crescendo em intimidade pela oração. Desta forma estaremos preparados para responder diante da vida quem somos e que a nossa identidade não depende de nenhum bem, projeto ou pessoa, mas tem sua fonte “em Cristo”.

A ALEGRIA VERDADEIRA OU “DESMASCARANDO O CARNAVAL”

Impossível pensar em Carnaval sem lembrar de máscaras e fantasias. Elas remontam à antiguidade e acompanham a maior festa popular do mundo desde o seu nascimento. No Egito Antigo acreditava-se que a colocação de uma máscara na face do morto ajudava na passagem para a “vida eterna”. Mesmo descaracterizado de suas origens religiosas, o Carnaval parece ter mantido a crença de que uma máscara possui algum poder mágico. Mas, no final da festa, pendurada em um canto qualquer e desacompanhada do volume ensurdecedor das músicas, da agitação das massas, do uso de drogas e de todo tipo de promiscuidade sexual, ela não será capaz de oferecer uma resposta a quem busca a verdadeira alegria.

Alegria pode ser definida como a qualidade ou estado de quem tem prazer de viver, de quem denota jovialidade; contentamento, satisfação (Aurélio). Já felicidade é referenciada como “estado de quem é feliz, ventura, bem-estar, contentamento, bom resultado, bom êxito” (Michaelis). Mas, para o cristão, que significam alegria e felicidade? Em MATEUS 5:3, iniciando o maior sermão de todos os tempos, Jesus usa a expressão “Bem-aventurados” (do grego, makarioi), relacionada com “Quão felizes” (do hebraico, asheré). Mas, a tradução desta palavra por “felizes”, no Português, afasta-se do sentido original limitando-a como um mero estado subjetivo. Jesus estava tratando de uma característica objetiva e não de como os discípulos se sentiriam e sim de uma qualidade espiritual alcançada a partir do relacionamento com Deus.

A alegria cristã é a alegria de Deus no cristão e do cristão em Deus. A vida cristã significa liberdade diante do poder e da culpa do pecado. O cristão pertence a Deus sendo habitado por Ele. O pastor batista norte-americano John Piper insiste que a alegria é parte fundamental da fé salvadora, pois está baseada na felicidade de Deus. “Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nEle”, repete constantemente Piper. Esta afirmação retoma o pensamento de Agostinho, Bispo de Hipona em seu livro “Confissões”: “Tu nos fizeste para Ti mesmo, e nossos corações não acham paz, enquanto não descansam em Ti”.

A experiência da salvação é uma mudança na base da felicidade de uma pessoa. O cristão é alegre por ter sido transformado. Como lembra o apóstolo Paulo: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor”. (COLOSSENSES 1:13). O cristão é alegre por desfrutar de uma aliança com Deus: “Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho (...) farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma” (JEREMIAS 32,38-41). O cristão é alegre por sua salvação. “Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus” (LUCAS 10:20).

Uma máscara pode até cobrir a palidez da morte, mas não é capaz de ressuscitar quem está morto espiritualmente. Mas, além de fugir do Carnaval e repudiar suas máscaras e fantasias, o cristão deve viver para a glória de Deus como a fonte da sua satisfação pessoal. Satisfeito em Deus, zelar por uma vida de ética e responsável. Satisfeito em Deus, demonstrar amor no cuidado com o próximo. Satisfeito em Deus, buscar conhece-lo através oração e estudo da sua Palavra.

A IDENTIDADE DE JESUS

Quem é Jesus? Esta pergunta enquadra-se no que chamamos de “óbvio ignorado”. É justamente por não dar a devida atenção a esta questão que enfrentamos a dificuldade de aplicá-la a nossa própria vida. Quem é Jesus para nós hoje? Ele é um herói? Um mártir? Um mito? Um revolucionário? Um espírito? A identidade de Jesus ocupa lugar central para o Novo Testamento e dá unidade aos seus vários textos. O Evangelho de Marcos é um exemplo da centralidade deste tema.

O Segundo Evangelho foi organizado em torno deste ponto. Até sua porção central (8:27-30), toda a primeira parte se propõe a apresentar o assunto. A segunda parte procura desenvolvê-lo. Nos primeiros capítulos, o próprio Jesus impõe o silêncio diante de sua identidade. Algumas vezes até os demônios são repreendidos para não revelarem o chamado “segredo messiânico”. Por isso as personagens perguntam-se: será um médico? Um exorcista? Um profeta? Um rabino? A preocupação do próprio Jesus é para que a sua identidade não seja mal interpretada. Ele não queria ser confundido com um messias político que restauraria a soberania nacional judaica destruindo a dominação romana.

No texto central do evangelho de Marcos (8:27-30), Jesus pergunta aos discípulos o que os homens diziam a seu respeito. Para eles Jesus era o precursor do Messias, um profeta que prepararia sua vinda, como Elias ou João Batista. “Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo” (8:29). A resposta de Pedro afirma ser Jesus o Messias, mas que messias? Os discípulos saíram de uma incompreensão absoluta, como o povo, para uma compreensão equivocada. Por isso Jesus ordena não divulgassem aquela versão a seu respeito. Então, “começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem padecesse muitas coisas, que fosse rejeitado pelos anciãos e principais sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, e que depois de três dias ressurgisse” (8:31). A esta revelação Pedro reage (como também os demais apóstolos) recusando-se a aceitar o sofrimento messiânico. Isso porque em sua perspectiva apontava para um libertador da nação que deveria necessariamente triunfar e não padecer. Jesus repreende os pensamentos de Satanás manifestados na fala do apóstolo e passa a revelar sua verdadeira identidade.

Jesus mostrou que o seu ministério estava centralizado na cruz. Desde a infância ela lançava sua sombra sobre o futuro. Por ocasião do seu batismo ele se comprometeu com a vontade do Pai e identificou-se com os pecadores. Diante da tentação no deserto ele resistiu e não se desviou deste caminho. Por isso, a partir daquele momento, “dizia abertamente” (8:32). De modo original Jesus combinou a figura do “Filho do Homem” poderoso de Daniel 7 com o “Servo Sofredor” de Javé em Isaías 53. Revelou que sua morte seria violenta e prematura, mas, intencional, pois era o único caminho para a glorificação do messias diante de Deus.

Saber quem Jesus é permite compreender porque ele morreu. Se ele era o Filho de Deus identificado com os homens, enviado para servir e morrer em resgate de muitos (10:45), sua morte não foi provocada pela hostilidade dos judeus ou apenas para cumprir politicamente as profecias antigas. Jesus morreu porque ofereceu sua vida em sacrifício. Morreu para salvar o homem perdido. Esta é a verdadeira identidade de Jesus: “E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (MATEUS 1:21). Esta é a verdade central do Evangelho. Esta é a nossa única esperança. Cristo não morreu para curar doenças, para promover a riqueza material, para livrar de maldições. Se não olharmos para Jesus como Salvador de pecadores confessando nosso próprio pecado ficará patente a ignorância diante da sua identidade.