sábado, 19 de dezembro de 2015

PRIORIDADES – CUIDADO COM A FAMÍLIA

Na escala de prioridades do cristão, a responsabilidade para com a família se encaixa na sequência do relacionamento com Deus e do cuidado com a saúde. De Deus recebemos o amor, pelo cuidado integral com a saúde somos capacitados para amar.
Para entregar esse amor à família precisamos antes definir a visão correta. A família é um sistema. Cada um de nós deve, primeiro, aceitá-la em sua história e formação únicas. A partir daí, assumindo um lugar próprio, cônjuge, pai ou filho, somos desafiados a ver como o outro vê, convertendo nosso coração e decidindo amar primeiro.
Vamos descobrir que não existe família perfeita, mas que a nossa família pode funcionar à medida em que priorizamos amar e nos comprometemos a não parar. Priorizar a família exige entrega e sacrifício voluntários com objetivo de revelar o amor de Deus.
Essa prioridade da família está fundamentada biblicamente: 1) a origem da família – Deus é a fonte (Gênesis 1:27;2:24); 2) o propósito da família – a glória de Deus (Gn 2:18; 5:1); 3) a função da família – compartilhar a bênção de Deus (Gn 12.1ss).
Da forma como a família foi divinamente planejada, existe um modo de funcionar, ou seja, cumprir a função de amar. Os maridos são chamados a liderar publicamente, amando primeiro. As esposas, convocadas a moldarem particularmente as decisões, cooperando voluntariamente. Agindo assim, os pais serão cuidadores responsáveis e contaram com a obediência dos filhos, que assim provarão seu amor.
Mesmo que sua família não tenha esta formação, o desafio de amar é o mesmo. Deus está na origem e se mantem como a fonte do amor. Ele nos criou com o propósito de amar, de abençoar pessoas, revelando a sua glória.
Diante de tantos desafios fica evidente que a priorização do relacionamento familiar depende inicialmente de um ato de fé. Quando cremos na presença e no poder de Deus em nós, recebemos os recursos suficientes para enfrentar as dificuldades que surgem no caminho. Essa abertura do nosso coração é o suficiente para que Deus restaure a nossa capacidade de amar. Como resultado seguiremos aproveitando cada oportunidade de tornar o Seu amor visível e disponível.