segunda-feira, 7 de maio de 2012

MINHA FAMÍLIA NA FAMÍLIA DE DEUS


Igreja ou família, o que é mais importante? Da resposta a esta pergunta depende nosso compromisso e participação do plano eterno de Deus. Esta pergunta é retórica, ou seja, é feita para provocar uma reflexão. Na verdade, família e igreja não estão em oposição, disputando privilégio ou prioridade. 
Família e igreja estão intimamente relacionadas. A igreja não existe sem as famílias que a compõe. A família não subsistirá sem o suporte espiritual da igreja. 
Na minha família preservo laços de sangue, obtenho a formação para a vida. A família é o meu mundo significativo, isto é, o conjunto de pessoas que mais influenciam nas minhas escolhas pessoais. É também o meu espaço afetivo, no qual encontro aceitação, desenvolvo a auto-estima e adquiro segurança para enfrentar os desafios. 
Na igreja, família de Deus, os vínculos são formados no sangue de Cristo, somos seu corpo. Deus é nosso pai. Somos filhos, irmãos no Filho. A filiação divina e a fraternidade cristã oferecem o suporte para o cumprimento da vontade de Deus, o crescimento na fé. Na igreja, minha família descobre e desenvolve uma missão. Este sentimento de pertença serve-nos de apoio espiritual, pois envolve alvos supremos para a caminhada. 
Na história da salvação Deus usou famílias: Adão e Eva, Abraão e Sara, a família de Levi, de Daví. O Cristo foi recebido em família. A igreja nasceu em família (nas casas) e é assim constituída. Pensando assim, concluiremos que não existe uma disputa por importância. 
Existe um complemento, um contrato, uma parceria. Viva a igreja em casa (onde estiverem dois ou três—Mt 18,20). Viva a igreja como família de Deus.